Ecocentro de Esmeriz, VNF (Visita 5 Março 2010)

CTO _Casa Termicamente Optimizada (Porto Visita dia 19 Março 2010)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Porto promete deixar de poluir o Douro em 2011









 Porto, 26 Jan (Lusa) - Nenhuma casa do Porto drenará os esgotos directamente para o rio Douro a partir de 2011, ano em que a empresa municipal Águas do Porto prevê concluir um plano para completar a rede de saneamento da cidade.
  A promessa foi feita hoje à Câmara do Porto, durante uma sessão pública do executivo, pelo presidente da Comissão de Reestruturação da "Águas do Porto", Poças Martins, ao apresentar o Instrumento de Gestão Previsional 2010-2012 para aquela empresa municipal.
  "Até 2011, a expectativa é a de que o Porto deixe de poluir directa, ou indirectamente, o Douro", afirmou Poças Martins, admitindo que o problema dos esgotos no rio só se resolve completamente com decisões à escala metropolitana, tendo em conta que outros municípios também ali drenam águas residuais sem tratamento.

26 Janeiro 2010
http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1479201


Investimento em painéis solares ascende a 167 milhões

Estado apoiou o Programa Solar Térmico com 95 milhões, mas pedidos superaram o valor

  O Estado ofereceu, em 2009, um conjunto de incentivos com vista à promoção das energias renováveis. Os portugueses tornaram-se mais amigos do ambiente e encomendaram mais de 38 mil painéis solares. Um investimento que ascendeu a 167 milhões de euros.
  Criado a 2 de Março de 2009, o Programa Solar Térmico é um incentivo à utilização de energias renováveis. Esta solução chave-na-mão permite poupar mais de 20% do valor da factura de gás e até 70% da energia necessária para o aquecimento de água de uso doméstico. Este programa garante ainda a possibilidade de financiamento com condições preferenciais, instalação incluída, garantia de manutenção e benefícios fiscais de 30% do custo de investimento. Com aquisição de equipamentos de energia renováveis, os custos seriam deduzidos nas declarações de impostos de 2010.
  Dados do Ministério da Economia permitem fazer um balanço deste programa, cujo prazo para submissão de encomendas terminou no dia 31 de Dezembro. Em 2009, os portugueses tornaram-se mais amigos do ambiente. Mais de 37 mil particulares encomendaram painéis solares. O programa foi alargado às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e às Associações Desportivas de Utilidade Pública (ADUP), que fizeram 1223 pedidos de estudo para instalação de painéis. No total, foram já efectuadas 38 525 encomendas, representando 204 310 metros quadrados de painéis solares.
 No total, foram investidos 163,3 milhões de euros, sendo que 89,1 milhões foram já consumidos da verba que o Estado disponibilizou para subsidiar esta medida. O ministério estimava que até ao final do ano, os 95 milhões - total da comparticipação do Estado - fosse totalmente consumida. No entanto, já há encomendas, com entrada até 31 de Dezembro, que ultrapassam este valor. Para já, a continuidade do programa está dependente do Orçamento de Estado, embora seja intenção do Governo manter este tipo de iniciativas, avançou fonte do Ministério ao JN.
 O programa abrange apenas os painéis solares térmicos para aquecimento de águas sanitárias, no entanto, a aposta em painéis fotovoltaicos para abastecimento de energia eléctricas nas habitações, e que abrem portas à microgeração, começa a dar os primeiros passos em Portugal.
  No sector residencial foram feitas quase cinco mil instalações. Em 2008, à tarifa de referência de 65 cêntimos por kilowatt/hora (kWh), foram feitas 3075 instalações, que corresponde a uma potência de 10 783 kW. No ano passado, à tarifa de referência de 61,75 cêntimos por kWh foram instaladas 1715 painéis. Mais 6104 kW de potência instalada. Segundo o Ministério da Economia, estas instalações correspondem em 95% dos casos a instalações fotovoltaicas e a 4% dos casos a instalações eólicas.
26 Janeiro de 2010
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/interior.aspx?content_id=1478596

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

III Jornadas do Ambiente sobre Energias Renováveis



  A Extensão da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica em Caldas da Rainha vai realizar as III Jornadas de Ambiente, este ano dedicadas à temática “As energias renováveis em Portugal: que presente, e que futuro?”.

  Durante os dias 20 e 21 de Fevereiro serão vários os especialistas a debater o estado actual do sector das energias renováveis em Portugal, assim como as suas perspectivas futuras.


  Às 9h30 do dia 20 de Fevereiro, a abertura das III Jornadas de Ambiente está a cargo de Xavier Malcata, Director da ESB. Durante o dia serão debatidas duas temáticas: a “Sustentabilidade e Estratégia Nacional para a Energia” e as “Energias Renováveis: Estudos e Projectos”. Estarão presentes Carlos Laia, Consultor em Energia, Vitor Francisco, Director da Unidade de Vigilância e Prospectiva Tecnológica do CTCV, e Ana Rita Antunes, representante da Quercus, que irá falar sobre o “Projecto Ecocasa”, entre muitos outros participantes.
  O dia 21 começa com o terceiro painel – “Energias Renováveis em Portugal: Resíduos, Vento e Sol” – que contará com a presença de Cláudia Sousa, do Centro da Biomassa para a Energia, Alexandre Fernandes, da Agência para a Energia, entre outros nomes ligados ao sector. Com a temática “Energias Renováveis em Portugal: Terra e Hidrogénio”, o último painel é preenchido, entre outros, com Sofia Patrício, representante da Wave Energy Centre, e Campos Rodrigues, da Associação Portuguesa para a Promoção de Hidrogénio.

  Esta iniciativa pretende promover a divulgação e discussão de práticas mais responsáveis, bem como a troca de ideias e experiências em várias áreas de intervenção, representadas nestas Jornadas. Há actualmente uma crescente preocupação com a sustentabilidade e com o aproveitamento dos recursos de energia renovável para contribuir para um maior equilíbrio e respeito pelo Ambiente.

  As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo telefone 262839336.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ISEP propõe o uso de resíduos animais na produção de filmes para embalagens

  No projecto FILMEQUE, em que o Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) participa através da colaboração do Centro de Inovação em Engenharia e Tecnologia Industrial (CIETI) e do GRAQ, pretende--se criar filme de queratina (material plástico para embalagens) a partir de dois resíduos industriais poluentes e nocivos para o meio ambiente: pêlo de bovino e penas de galináceos, devidamente tratados.
 
  Esta solução permitirá, por um lado, aproveitar dois resíduos industriais e, por outro, criar um produto final alternativo ao uso de plásticos de origem petroquímica que têm um grande impacto negativo a nível ambiental.

  Os plásticos de origem petroquímica são amplamente utilizados como materiais para embalagens devido à sua disponibilidade, baixo custo e às suas características funcionais favoráveis. Contudo, não são biodegradáveis, causando sérios problemas ambientais. Neste contexto, os polímeros naturais biodegradáveis são uma alternativa mais amiga do ambiente. Algumas proteínas já foram utilizadas na elaboração de filmes, particularmente a soja, o glúten, a gelatina, as proteínas do soro do queijo e a queratina de lã e das penas de galináceos. A queratina é uma proteína fibrosa que se encontra no cabelo, unhas, pelo, lã, com a função de impermeabilizar e proteger os organismos.

  Com o projecto “FILMEQUE”, o ISEP e seus parceiros pretendem desenvolver um processo óptimo de depilação da pele de bovino e caprino de forma a obter o pêlo intacto; valorizar as penas de galináceos (resíduo da indústria avícola) e o pêlo de bovino através da produção de filmes e/ou microcápsulas e, numa última fase, desenvolver hidrolisado de queratina e derivados quimicamente modificados para aplicação em acabamento de couro.


  O ISEP tem como parceiros neste projecto a empresa Curtumes Aveneda (empresa promotora), a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e o Centro Tecnológico das Indústrias do Couro, com um orçamento global de 260 mil euros.

Exemplo de Sustentabilidade



   A norte-americana Melissa Schweisguth, perita em sustentabilidade, não deita nada fora desde 2006. Consegue acondicionar o lixo de um ano inteiro numa singela lata de feijão.
   Ela recicla ou coloca os desperdícios, que não podem ser reciclados na compostagem - que depois os transforma em adubo.  
  As rotinas de Melissa passam por comprar comida não embalada, lavar a roupa - que é em segunda-mão - na água do banho, pôr o fio dental usado, o cabelo e as unhas cortados na compostagem, e fazer as limpezas domésticas em vinagre.

Visão (nº 868), 22 a 28 de Outubro de 2009


   Melissa Schweisguth, vive actualmente no Oregon.
  É perita em sustentabilidade e já ajudou empresas como a conhecida "Hershey", a diminuir a sua pegada ambiental.
  No seu quotidiano, guarda a água da chuva e compra produtos alimentares sem embalagem como se não houvesse amanhã. Lava a sua roupa comprada em 2ª mão na água do banho. Quando vai comer fora leva os seus próprios talheres, assim como, o guardanapo e consegue acondicionar o lixo de um ano inteiro numa lata de feijão.
  Diverte-se ainda a compostar, a reciclar e/ou reutilizar o pouco que acumula.


"I live my life in a way that aligns with my values"

Melissa Schweisguth


http://monique-moniquices.blogspot.com/2009/10/de-que-tamanho-serao-as-latas-de-feijao.html

domingo, 17 de janeiro de 2010

Águas do Ave recebe propostas para construção de interceptor

   O concurso público da Águas do Ave para a construção do interceptor do Ave recebeu propostas de dez empresas do ramo da construção. Os orçamentos variam entre os 3,8 milhões de euros, propostos pela Marsilop e os 4,7 milhões de euros, da Soares da Costa.
   O interceptor que terá de ser concluído em 300 dias, tem cerca de 9 mil metros de comprimento e abrange seis freguesias no concelho de Guimarães e uma freguesia no concelho de Famalicão.
   Três troços do interceptor serão em conduta elevatória e os outros três em colector gravítico.

Os recipientes

Os recipientes

A recolha dos carvalhos

A recolha dos carvalhos

Os Carvalhos

Os Carvalhos